Andamos sem direção, ardor, fulgor das palmas.
Plantamos a erupção, erudição na colheita de almas.
Calmas nossas emoções produzem bonança.
Nos veleiros sentimentais, dunas prejudiciais de falsas esperanças.
Somos grãos, emotivos, sem incentivos, vivendo em vão...
Produtivos, cativos de amor, mas repletos de solidão.
Placas a mostra, proposta posta em suas costas como alvo.
Prostra sua mente, saliente, dependente da imagem de ter sido salvo.
Acorda, borda sua sorte como adorno.
No labor do ódio, episódio de revolta matando o que caminha em torno.
-Nos piores dias serão: Pensadores aflitos.
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