sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pseudo realidade, conversão do que é palpável.
Medo da verdade, ansiedade na realização do incurável.
Sociedade fruto, indústria produto sem produtividade.
Mundo no luto bruto da nossa sensibilidade.
Subversão simbólica, cólica mental.
Vida submetida a ser histórica, transcendental...
Ao realismo, ideal, formal no próprio corporativismo.
Cansaço racional, racionalizando o abstrato.
Pedaço vagal... do subconsciente inato.
Vemos no limite imposto, lágrimas no rosto enquanto a dor chega mais perto...
Na certeza que vivemos a prática contrária na teoria do que denominam ser certo.


Renan.
"Facetas da mente".

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