Apto no silêncio drástico onde eu corro:
Entre o grito de ajuda e o eco de socorro.
Corações cheios do vazio.
Um vazio preenchido por corações.
Que se vazios são, não encontrarão razões: Pra viver.
Por quem viver? Pra quem viver? Por que viver?
Essa icógnita é uma surrealidade...
Nascemos com a cláusula: "Fadados a viver sem finalidade".
Qual é o motivo de tudo? Qual seria a proposta?
Enquanto não descobrimos, o ser humano culpa a Deus por falta de resposta.
-Só as reticências me bastam.
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